
Nem toda crise chega com queda de receita.
Algumas chegam em silêncio — pela margem, pelo capital de giro e pela perda de previsibilidade.
Para muitas empresas, 2026 tende a ser exatamente assim: um ano em que a operação continua rodando, mas o caixa vai ficando mais pressionado, pouco a pouco.
O cenário combina fatores que, juntos, exigem mais disciplina de gestão:
• calendário mais restritivo
• oscilações de produtividade ao longo do ano
• decisões postergadas em ambiente eleitoral
• transição tributária e ajustes operacionais
• crédito mais seletivo
O risco não está apenas no “quanto a empresa vende”.
Está no “quanto a empresa sustenta” — com consistência.
É por isso que 2026 deve premiar organizações com:
•governança financeira ativa
•visibilidade de indicadores críticos
•tomada de decisão baseada em cenários
•velocidade para ajustar rota antes do estresse virar emergência
Na Avante, atuamos para transformar incerteza em direção: estruturamos diagnósticos e planos de ação que aumentam previsibilidade, protegem liquidez e fortalecem a capacidade de execução — especialmente em empresas que precisam performar em ambientes mais exigentes.
2026 não será sobre otimismo.
Será sobre gestão.
E gestão começa pelo caixa.
Benito Pedro Vieira Santos
CEO da Avante Assessoria Empresarial
