
O Brasil encerrou 2025 com 8,9 milhões de empresas inadimplentes e aproximadamente R$ 213 bilhões em dívidas negativadas, no maior nível da série histórica da Serasa Experian. O dado, por si só, já merece atenção. Mas a leitura mais importante está além do volume financeiro.
Na prática, o avanço da inadimplência empresarial costuma refletir uma deterioração anterior da capacidade de gestão. Antes da negativação, normalmente já houve perda de visibilidade de caixa, compressão de margem, aumento de dependência de capital de giro de curto prazo, decisões tardias e fragilidade na rotina de controle.
O indicador também mostra forte concentração nas micro e pequenas empresas, que responderam por 8,5 milhões dos CNPJs inadimplentes e por R$ 185,4 bilhões em dívidas no fim de 2025. Além disso, o setor de Serviços liderou a composição das empresas negativadas, com 55,2% do total, seguido por Comércio, com 32,7%.
Esse cenário reforça um ponto central: em contextos de pressão financeira, a solução raramente é apenas buscar crédito, alongar passivos ou renegociar vencimentos. Sem diagnóstico consistente, plano de estabilização e governança de execução, a empresa tende apenas a postergar o problema.
Na Avante, entendemos que a inadimplência não deve ser tratada apenas como um evento financeiro, mas como um sintoma de desequilíbrio operacional, econômico e decisório. É por isso que defendemos uma abordagem integrada, com foco em geração de caixa, priorização financeira, disciplina gerencial e reconstrução da capacidade de decisão.
Quando a dívida passa a comandar a rotina da empresa, o problema já deixou de ser apenas financeiro.
Ele se tornou estrutural.
Na Avante, podemos lhe orientar sobre as melhores opções.
Conte conosco.
Benito Pedro Vieira Santos
CEO da Avante Assessoria Empresarial
