
Na última semana, o Banco Central do Brasil manteve a Selic em 15,00% e sinalizou que pode iniciar o ciclo de cortes a partir de março, condicionando o movimento à evolução do cenário.
Para empresas de médio porte, isso costuma destravar uma oportunidade concreta: reprecificar dívida, reorganizar prazos e recuperar capacidade de investimento. Mas o resultado não é automático — ele depende de preparação.
O que observamos nas empresas que atravessam melhor esse tipo de transição:
✅ Visibilidade total do passivo (prazo, indexador, garantias e covenants)
✅ Gestão de caixa com rotina e gatilhos (cenários e plano de reação)
✅ Plano de negociação estruturado (troca clara: condições melhores por governança e execução)
✅ Disciplina de performance (KPIs, alçadas e ritos de acompanhamento)
Em ciclos de juros, a diferença entre “alívio” e “virada” costuma estar em um ponto:
governança aplicada ao caixa e à dívida.
Na Avante Assessoria Empresarial, apoiamos empresas na construção desse preparo com método e execução — conectando diagnóstico, plano de estabilização e negociação, para que a empresa entre no novo ciclo com força (e não na defensiva).
Benito Pedro Vieira Santos
CEO Avante Assessoria Empresarial
